“Ele fumou o seu último cigarro, olhou para o resto do mundo e se perguntou quando iria encontrar alguém que o entendesse.
“Fulano cometeu suicídio. Para um psicólogo fulano tinha transtornos mentais. Para um cristão devoto, fulano foi tentado pelo demônio até a morte. Para os pais fulano era uma boa pessoa, e não sabem o porquê daquilo. Para os ex-colegas e direção do colégio fulano era só mais um, notas médias, comportamento normal, nada preocupante, nenhum caso isolado que pudesse levar ao suicídio.
Para fulano um grito seco que não foi ouvido. Uma ajuda que nunca veio, uma agonia que não passava, uma vida triste, monótona, entediante e decepcionante. Um amor não correspondido. Para fulano, seu limite havia chegado…